Abra-me.
Sou teu livro.
Não esquecido sobre a estante,
deito sobre ti
e ao teu lado adormeço.
Distante
e ao teu lado adormeço.
Distante
vivo em tua memória.
Em ti afugento
o cansaço de outras vidas.
Em ti afugento
o cansaço de outras vidas.
(Anna Amorim, nov, 2010)

Ola Anna!
ResponderExcluirPoema simples mas muito lindo e profundo!
Entao a imagem a combinar ficou fantastica.~
Parabens!
Bjs com carinho
Anna Amorim:
ResponderExcluirEstimada Amiga!
Venho lhe agradecer sua honrosa visita:
*****
Belo Poema!
Distante, vivo em tua memória.
Em ti afugento meu cansaço de outras vidas.
Adorei:
Grato pela partilha:
Seus espaços são Maravilhosos
Tenha uma Noite Feliz e um otimo Fim de Semana de Luz e Pàz:
Abraço Carinhoso
Antònìo Manuel
me fizeste lembrar de um filme chamado A leitora, seu poema urge
ResponderExcluirabraço
Lena,
ResponderExcluirEu estava estudando um poema, creio, de 1998, estava para postá-lo, mas senti necessidade de mexer, mudar algumas palavras, e o que aconteceu foi que não o fiz e nasceu este.
Fico feliz que gostou!
Beijos com carinho,
António,
ResponderExcluirPara mim é muito gratificante compartilhar com você minha poesia, pela tua sensibilidade e bom gosto.
Grata pelo reconhecimento e pelo carinho.
Beijos,
Assis,
ResponderExcluirInteressante tua associação!
Tua visita acrescenta e/ou revela sempre.
Beijos,