quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Silencia
A bruta vida come dentes cerrados
A língua áspera beija aflita e inconfessa
Tudo que sentimos por dentro
O líquido a escorrer dos corpos
Os olhos
Vedados não enxergam
Tudo que podemos ser
Ah, aquela fonte antiga
Jorra ainda o que deixamos de ser
Moedas enferrujam ao fundo
Meus olhos enxergam profundezas
Ah, silencia para ouvirmos o amor
14/01/2013
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O amor ouve-se sempre Anna,
ResponderExcluirNa bruta vida ou na vida bruta....tudo sentimos por dentro.
Beijinho
JP,
ExcluirGrata pela leitura-escuta sensível e por deixar tua impressão aqui.
o amor deslinda em fios silentes,
ResponderExcluirbeijo
Assis,
ExcluirGrata pelo comentário em verso a deslindar poesia.
No silêncio fechamos os olhos e ouvimos...
ResponderExcluirLindo amiga. Tuas interpretações sempre encontram eco em mim.
ExcluirEstou a 7 anos na blogosfera : A viagem é o casula
ResponderExcluirhoje completando 2 anos de vida.
Quantos momentos alegres e triste também
faz parte da nossa jornada.
Deus permita muitos anos de vida para mim e meu blog
um mundo fantástico.
Onde nossas amizades sem face completa de maneira
sobrenatural minha vida.
Obrigada pelo seu carinho por fazer parte da minha caminhada
muitas vezes cansada ou meu caminhar um pouco mais lento.
Hoje deixo na postagem mil carinhos para você
um mimo desse dia feliz.
E o sorteio de mais 2 livros meus não
importa qual Pais será ganhador receberá com certeza com muito amor.
Pode até pensar porque sorteio tantos livros meus não é mesmo?
Por ele ser bom e de alguma forma deixar um pouco de mim para vocês.
Meu eterno carinho.
Um feliz final de semana.
Beijos na alma e no coração.
Evanir.
Estou só esperando você com muito carinho.
Evanir,
ExcluirParabéns pelos feitos, palavras, carinhos e lições e vida.
Um beijo enorme
Um texto belo e áspero.
ResponderExcluirTal qual quanto a vida -
doeu encontrá-lo.
vou ler de novo, rs
boa semana!
Carol,
ExcluirComentário perspicaz e sensível.
De fato, bela e áspera vida, mas há possibilidades p se aconchegar para além da aspereza, um lugar a construir dentro de nós.
A vida é essa constância de passar de tempo, assim como a água, mas carrega nela nossa inconstância, nossas mudanças, nossas tranformações. Nesse redemoinho algumas vezes nos encontramos, em outras nos perdemos nesse fluir de sonhos e acontecimentos. Ancorar na razão ou navegar na emoção?
ResponderExcluirPaulo Sotter,
ExcluirBem dito. Acho q não devemos ancorar e sempre nos guiar pelo que sentimos sem deixar de pesar que toda escolha tem perdas e ganhos. Talvez ai entre a razão, não?
A vida é assim mesmo.
ResponderExcluirApesar do amor...
Magnífico poema, gostei muito.
Beijo, querida amiga Anna.
Nilson,
ExcluirO amor é um gigante, mas ele precisa de cuidados para não fragilizar-se, é como nós.
Grata pela presença e comentário, amigo poeta.
lindíssimo apelo, Anna, silenciar para ouvir o amor! Bravo!!!!
ResponderExcluirum beijo.
Eleonora,
ExcluirFico feliz que tenha ecoado e feito sentido pra vc.
um beijo
Querida amiga
ResponderExcluirAs vezes
é preciso
silenciar o corpo,
para que se escute
a alma.
Que todos os dias
os sonhos nasçam em ti,
como nasce o sol pela manhã...
Aluiso, querido amigo
ExcluirSempre muito bom ler tuas palavras a abrir sóis por aqui.
Um ótimo final de semana
Que bela obra, Anna!
ResponderExcluirForte e sensível, muito bem escrita!
Grande abraço e sucesso!
Evandro Mezadri,
ExcluirGrata pela leitura sensível que fez e por deixar aqui tua impressão.