Escorregava por dentro da tua voz boca adentro que beijava
sôfrega. Parava nas vírgulas imaginárias, no entanto, queria ser toda
contínua em tua vida. Escrevia poesia, sofria de tanto ler-te os pensamentos
supostos. Era um livro, um pensamento e te alcançava pelo corpo a alma
escondida. O restante do tempo era espera e a rima desfeita
Anna Amorim
20/08/2012

era o verbo a se tecer
ResponderExcluirdevorando a carne
beijo