domingo, 17 de fevereiro de 2013

Palavra em ato



Escorregava por dentro da tua voz boca adentro que beijava sôfrega. Parava nas vírgulas imaginárias, no entanto, queria ser toda contínua em tua vida. Escrevia poesia, sofria de tanto ler-te os pensamentos supostos. Era um livro, um pensamento e te alcançava pelo corpo a alma escondida. O restante do tempo era espera e a rima desfeita

Anna Amorim
20/08/2012

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