seria
verdade
se fosse
o amor
olhos
dilatando pupilas
e ela
acreditaria
a paixão
entrelaçando-lhe as mãos
diria
desvendado seus olhos
comece por
mim alvoroços
uma
história sem fim
mas a ausência
empalideceu
os dias
foi
tornando-a árida
poema finito.
Anna Amorim, 02/02/2014

Um poema simplesmente EXCELENTE. Aplausos, poetisa!
ResponderExcluira aridez da ausência.
ResponderExcluirlindo, Anna, simplesmente um resumo das emoções que nos tomam quando não nos "tomam" para si.
um beijo, poeta
Cantas, portanto, o finito. Este andar e nada ouvir, além do ruído dos próprios passos na aridez das pedras.
ResponderExcluirum beijo, Anna!
Aí... e como dilaceram a gente certas ausências...
ResponderExcluiruma boa semana pra vc!