
Arrancou as rosas e fincou os dedos nos espinhos,
mas o sangue era da cor das rosas
e lembrava as rosas arrancadas.
Pobres rosas...O sangue com sua cor vermelha trazia a lembrança das rosas,
e os espinhos causavam dor.
Insistentemente a dor, o sangue...
E a voz: Por que arrancastes as rosas?
Anna Amorim, 1997
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