
Fantasia perdida no meu sonho atravessa minhas paredes, pele e poros.
Palavras.
Sou perdida,
vadia,
cria.
Pede mais que lhe dou além.
Além da vida e da morte,
no momento que ambas se encontram, se eclipsam e confundem.
Desveste minha roupa, minha pele.
Bebe meu sangue.
Que importa morrer de viver.
Anna Amorim, 1998
"Que importa morrer de viver": que importa escrever e ser palavras.
ResponderExcluiradoro seu folego.
bjs
Que importa ficar sem folego, perder o ar, escrever e me recuperar, para depois começar tudo de novo diferente.
ResponderExcluirbjs
bem gosto do teu espaço, sensualidade e boa escrita não lhe faltam...cá me terás a ler-te e a devorar as tuas palavras.
ResponderExcluirbeijo de Treva