sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Bater de asas





tranca-me a voz o aturdido dos gritos
verbo consagrado a mudez
poesia escansão falseia
a voz rouca e vazia

veja a cegueira companheira do sono se contorce
olhos descobertos pela verdade temem os passos na luz
a escuridão era tua sombra a cobrir meus dias

até que ela me beijou e deu asas
voar de palavras dizem desta nova vida
não lembro da outra

Anna Amorim

4 comentários:

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    1. António,

      Sempre um incentivo a mais para nosso trabalho este retorno do leitor.
      Grata por deixar aqui tua impressão.

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  2. Anna muito belo uma linda mensagem um beijo Pedro Pugliese

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    1. Pedro, tua presença sempre enriquece.
      Uma linda semana para você antecedendo um Natal pleno de LUZ!

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