quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Amanhã



Ontem vi os fios do tempo cortando minha pele
No espelho havia ela a olhar admirada meu medo
pupilas dilatadas pelo amor
Mergulhei nesta escuridão, 
não sai ilesa

Hoje vi os fios do tempo cortarem minha alma
Perdi o medo
Vivia dentro dele como nas tuas pupilas, amor
Era noite e sonhava a liberdade do amanhã

Anna Amorim 
07/09/2012

14 comentários:

  1. Com tal entrega
    a liberdade do amanhã está
    garantida.


    Lindo, Anna.

    Um beijinho para si.

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  2. Os fios do tempo
    costuram minha pele,
    remendam minha alma.

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    1. Verdade, poeta. Assim é e prosseguimos nunca ilesos, sempre confessos.
      Perfeito teu comentário.

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  3. o amanhã e suas promessas: quem há de cumpri-las?



    beijo

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    1. O amanhã já é promessa cumprida, cabe a nós revelar o novo.

      Um grande abraço,

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  4. A linguagem do amor sempre provoca arrepios. É aproveitar o sol de verão do amanhã,
    beijoss

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    1. José Carlos,
      Grata pelo comentário e impressões.
      Beijos e bom final de semana

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  5. Deixei um comentário, mas penso que não foi
    então...
    As duas faces da mesma moeda
    Passei pelo medo, não saí ilesa, e que bom! Hoje vivo em liberdade

    Bom ter vc, agora, no Beco.
    bj grande

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    1. É muito gratificante qdo o outro alcança nossa escrita.

      Adorei teu novo espaço.

      bj enorme

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  6. Não tenho interrogações. Não haveria resposta suficiente se as tivesse, sei. Certos poemas são luzes apenas. Os seus assim. Obrigado.

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    1. Natan de Alencar,

      Há alguns anos acompanho e aprecio teu trabalho.
      Grata pela visita e palavras.

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  7. Viver o hoje e sonhar o amanhã.
    Um bom princípio de vida.
    Belíssimo poema , gostei.
    Ana, querida amiga, tem um bom Natal.
    Beijo.

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    1. Nilson,

      Bom quando no presente cabe a prenhez do amanhã em sonho.

      Amigo poeta grata pelo comentário e muita LUZ neste Natal

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