Ontem vi os fios do tempo cortando minha pele
No espelho havia ela a olhar admirada meu medo
pupilas dilatadas pelo amor
Mergulhei nesta escuridão,
não sai ilesa
Hoje vi os fios do tempo cortarem minha alma
Perdi o medo
Vivia dentro dele como nas tuas pupilas, amor
Era noite e sonhava a liberdade do amanhã
07/09/2012

Com tal entrega
ResponderExcluira liberdade do amanhã está
garantida.
Lindo, Anna.
Um beijinho para si.
Benditas palavras!
ExcluirBeijos,com meu carinho
Os fios do tempo
ResponderExcluircosturam minha pele,
remendam minha alma.
Verdade, poeta. Assim é e prosseguimos nunca ilesos, sempre confessos.
ExcluirPerfeito teu comentário.
o amanhã e suas promessas: quem há de cumpri-las?
ResponderExcluirbeijo
O amanhã já é promessa cumprida, cabe a nós revelar o novo.
ExcluirUm grande abraço,
A linguagem do amor sempre provoca arrepios. É aproveitar o sol de verão do amanhã,
ResponderExcluirbeijoss
José Carlos,
ExcluirGrata pelo comentário e impressões.
Beijos e bom final de semana
Deixei um comentário, mas penso que não foi
ResponderExcluirentão...
As duas faces da mesma moeda
Passei pelo medo, não saí ilesa, e que bom! Hoje vivo em liberdade
Bom ter vc, agora, no Beco.
bj grande
É muito gratificante qdo o outro alcança nossa escrita.
ExcluirAdorei teu novo espaço.
bj enorme
Não tenho interrogações. Não haveria resposta suficiente se as tivesse, sei. Certos poemas são luzes apenas. Os seus assim. Obrigado.
ResponderExcluirNatan de Alencar,
ExcluirHá alguns anos acompanho e aprecio teu trabalho.
Grata pela visita e palavras.
Viver o hoje e sonhar o amanhã.
ResponderExcluirUm bom princípio de vida.
Belíssimo poema , gostei.
Ana, querida amiga, tem um bom Natal.
Beijo.
Nilson,
ExcluirBom quando no presente cabe a prenhez do amanhã em sonho.
Amigo poeta grata pelo comentário e muita LUZ neste Natal