Nunca serei um viajante que chega, e sim que vaga.
Sei das agruras de chegar a tempo, quer seja,
para recolher vestígios.
Letras negras em folhas formam linguagem
estreita que dilata.
Nesta encontro o inominável de mim.
Construo um templo que não habito.
Prossigo a vagar em ruas, em sons, em imagens.
Onde está a forma?
Sempre no caminhar. Deslizar folha-escritura.
Anna Amorim

E no caminho viajante do tempo, escreve-se a própria história.
ResponderExcluirArnoldo,
ExcluirPoético e perfeito!
Grata pela presença.
Muito bom, amiga Anna; acho que a vida é um eterno caminhar.
ResponderExcluirUm abraço. Tenhas belo fim de semana.
Uauu um mimo, adorei. _Nesta encontro o inominável de mim.
ExcluirConstruo um templo que não habito. Q delícia, este é o encanto do poema, esta é a magia da poesia, isto encanta-me me faz vagar neste mimo q é o mundo do faz de conta, pra vc vai do tio Castanha bjos, bjos e bjossssssssssssssss
Amigo Dilmar feliz pela tua presença aqui e no Diálogos. Sempre embarcado pela sensibilidade e tuas experiências de vida.
ExcluirUm abraço e um semana plena de inspirações
wcastanheira,
ResponderExcluirGrata pelo teu caminhar no PALAVRA revelando tua sensibilidade á poesia!