sábado, 6 de julho de 2013

Olhares distantes



os olhos insistem
na penumbra
anseio

sonham ser
vigilantes do tempo
o aconchego dos abraços

pernas cansadas, lábios secos
olhos insones, choram os dias vazios

na estante da memória dormem
olhos enamorados.

Anna Amorim, 08/05/2013

9 comentários:

  1. Eis um bom poema, amiga Anna.
    Um abraço. Tenhas um lindo fim de semana.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Amigo, Dilmar
      Fico contente que tenha apreciado e pela visita.
      Sempre bom ter sua presença aqui que foi um dois primeiros seguidores do PALAVRA.
      Abraços e uma ótima semana para ti.

      Excluir
  2. Belíssimo este poema... Aplausos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Marco Rocca,
      Apenas posso agradecer pela assiduidade.
      Sempre gratificante ter este retorno dos leitores.

      Excluir
  3. Boa tarde, Anna. Linda poesia. O amor quando fica guardado na memória, sofre com a imaginação de dias tão belos, guardando no peito o instante de amor que tremia no interior do calor dos braços amados!
    Beijos na alma e paz!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Patrícia,
      Exatamente esta a essência...
      Beijos de alma pra ti!

      Excluir
  4. muitas vezes penso que você escreve sobre mim...

    como gosto da sua poesia...

    um beijo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito especial o que expressou pra mim, muito mesmo e sei sincero,pq sinto o mesmo percebo que existe pontos de identificações entre muitos dos nossos sentires.
      um beijo e uma semana inspiradora.

      Excluir
  5. Hmm.... e que seriam dos dias vazios se não tivéssemos os cheios pra lembrar?!
    Aiai...

    que os dias vazios possa se encher para depois novamente, esvaziar.
    beijos e boa semana!

    ResponderExcluir