abrir os olhos nas manhãs
nascer do mundo
abandono dos sonhos
realidade invade o aconchego
insultando o corpo ao movimento
rumo ao orbitar vazio
o silêncio da verdade
vagas neste ínterim até morrer
o mundo nos teus olhos
e nascer em outra vida
Anna Amorim, 2013
Abri os olhos nas manhãs claras e deixar que eles nos levem para bem longe, abandonando-se como uma flor ávida de orvalho...
ResponderExcluirbeijos, Anna
Querida amiga
ResponderExcluirE renascer em outra vida
pode ser uma despedida
ou também um reencontro.
Que a alegria dance
em tua vida apaixonadamente.
"realidade invade o aconchego
ResponderExcluirinsultando o corpo ao movimento"
Magnífico poema.
Gostei imenso das tuas palavras.
Como sempre, aliás.
Anna, minha querida amiga, tem uma boa semana.
Beijo.
Amiga Ana, esse é um belíssimo poema!
ResponderExcluirBeijo
Renascer é poesia pura.
ResponderExcluirBeijo
Que lindo isso: " vagas neste ínterim até morrer
ResponderExcluiro mundo nos teus olhos '.....APAIXONANTE!
:)
ResponderExcluirQue bonito!
E ler isso num domingo calmo faz ficar mais belo ainda.
beijos!
Oi Anna,
ResponderExcluireu amei teu blog, e tudo o que está escrito nele. Principalmente essas linhas desse post.
Que legal ver uma psicóloga escrevendo assim, livremente.
Grande abraço.
Me visita. :)
www.ras-cunhos.blogspot.com
"abrir os olhos nas manhãs"
ResponderExcluiràs vezes um poema escreve-se num verso