Boa tarde, Anna. Viver em nostalgia pode ser durante um tempo curto, médio ou longo, depende do que nos permitiremos. Ser esquecido ninguém quer, ainda que os versos não venham na mente e o coração em frangalhos esteja. Beijos na alma e fique com Deus!
a gente se esquece na carne, nunca na palavra
ResponderExcluirbj
Boa tarde, Anna. Viver em nostalgia pode ser durante um tempo curto, médio ou longo, depende do que nos permitiremos.
ResponderExcluirSer esquecido ninguém quer, ainda que os versos não venham na mente e o coração em frangalhos esteja.
Beijos na alma e fique com Deus!
Desejo renascido
ResponderExcluiruma forma de SER alegria
rejuvenescida nos versos
e no gosto da lembrança.
O contrário também é verdadeiro...
Os teus versos podem ser melancólicos, mas são bons. Gostei imenso.
Anna, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.
O medo pode ser o próprio esquecimento.Beijos.
ResponderExcluirAssis,
ResponderExcluirEu diria o que não pode ser esquecido na carne, torna-se palavra.
Poético teu comentário. Gostei imensamente.
bjs,
Patrícia,
ResponderExcluirComo sempre gratificante ter sua sensível presença aqui.
Beijo enorme,
Anna Amorim
Nilson, querido poeta
ResponderExcluirAssim o é, pois vivemos entre Eros e Tânatos.
Um domingo pleno de inspirações para ti,
Arnoldo,
ResponderExcluirPoesia, palavras que fazem a ponte para atravessarmos o medo que não esquecemos.
Um domingo pleno de inpirações,
Beijos,
O medo não nos deixa mesmo quando temos a certeza da vitória.
ResponderExcluirQue belo blog o seu.
beijos
Adorei vê-la por aqui. Há muito admiro teu espaço.
ExcluirSeja bem vinda SEMPRE!
Beijo enorme,
Anna Amorim
Deter nas palavras seus significantes significados
ResponderExcluirEsquecendo o medo dos versos cansados
Belíssimos e imensamente profundos, teus versos
Bjo.
Filipe,
ExcluirPrazer imenso ter tua presença no PALAVRA DE MULHER.
Apreciei muito tua poesia. Fico contente com a troca.
um grande abraço,