Queria a febre, todo prazer da saliva
Poros desnudos
Depois o descanso no teu peito
O cotidiano feito de café com leite
Manutenção da vida segura
Segura minha mão
Vou atravessar sem olhar para os lados
Distraída e inconsciente do meu desejo obscuro
Descansar eterno que me chama
Chama-me
Estou distante e vaga
Inevitável caminho para te encontrar de novo
E perder
E cansar
Até o fim de toda febre
Impossibilidade do descanso
Cotidiano tenso
Nunca mais quero
Vestir-me de teu olhar
Desvestir minha roupa e alma
Entregar-me ao prenuncio do que vira sempre morte
Quero vida segura
De mãos dadas percorrer caminhos plácidos
Pisar na grama
Sem desistir da febre.
Quero o impossível de nós.
Anna Amorim, 31-07/2012

Olá Anna esse é o grande amor em profusão,que nos completa, muito bom!
ResponderExcluirforte abraço
C@urosa
Olá Anna,
ResponderExcluirVenho trazer-lhe meu abraço e externar desejos de um ótimo final de semana. Hoje, por ter mais tempo, tive oportunidade de ler e apreciar suas maravilhosas postagens, pelas quais lhe dou meus parabéns; escreves divinamente...Fiquei maravilhado, creia-me!
Aceite meu abraço e beijo afetuoso.
Divino
ResponderExcluirDevemos perseguir o impossível.
ResponderExcluirPelo caminho, vamos conseguindo viver como gostamos.
Anna, minha querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.
(voltando de férias... aos poucos...)
Procurar o impossível e encontrar o possível:)!
ResponderExcluirExcelente poema!
Bjo
Olá Anna, minha mais nova amiga.
ResponderExcluirEstou de volta agora para lhe dizer que gostaria muito da sua participação no Prosas Poéticas e, portanto, por gostado sobremodo do: "O impossível nós", deu-me desejo de cópia-lo. Se permitires, o farei com muito prazer, basta me dizer...
Um beijo.